Dia desses tava vendo o Saia Justa, no GNT, quando a atriz Maitê Proença comentou sobro o livro "Meu pescoço é um horror", de Nora Ephron. Me pareceu bem divertido. Um outro dia, lendo a revista Claudia, me deparei com uma entrevista de duas páginas com a escritora. E aih, claro, mais um pouquinho do livro. Isso bastou pra que eu ficasse curiosíssima pra saber o que acontece aí por dentro dessas páginas.
Na verdade, a indicação tá valendo pra mim também porque eu ainda não consegui ler, mas até onde sei é daqueles que foram rotulados como "literatura mulherzinha", sabe? Aqueles feitos pra você relaxar e dar boas risadas.
Caso tenha te interessado também, aí embaixo tem a sinopse do que pode ser essa história de pescoço horrível. E também um pouquinho sobre a autora.
Boa Leitura!
Sinopse - Em 'Meu pescoço é um horror', com texto confessional, Nora Ephron fala sobre - homens, culinária, moda, manutenção (tinturas de cabelo, depilação, cirurgias plásticas e tratamentos antiidade), vista cansada, maternidade e morte, mas com o olhar sofisticado de uma diretora de cinema acostumada a achar graça até nas menores coisas. A autora conta sobre as conversas imaginárias que gostava de ter com chefs americanos famosos e sobre suas inclinações políticas. Fala sobre a relação apaixonada que mantinha com um apartamento no edifício Apthorp, na esquina da Broadway com a rua 69 e sobre os livros que não cansa de ler. Intercalando ironia e honestidade, Nora Ephron divide com o leitor os altos e baixos pelos quais passam as mulheres que estão envelhecendo, escrevendo para quem, assim como ela, também não concorda que envelhecer é o máximo, mas que sabe que esta opção ganha de um pescoço de vantagem da outra.
Nora Ephron

4 comentários:
Oba!! Bem-vinda ao mundo dos blogs! Eu adoro literatura mulherzinha... valeu pela dica!
beijo!
olá! vi um comentário seu no chucrute com salsicha e vim ver seu blog novo (ou renovado). :)
adorei o nome do blog! continue postando mais.
beijos.
Erika, seja bem-vinda, novamente! :-)
beijaoo,
Quem indicou o livro no Saia Justa foi a Mõnica. Eu li e realmente é ótimo, porém ainda não é uma leitura para as balzaquianas e sim para as mulheres de 60! Mas chegaremos lá, não é?
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